O presidente do Comitê de Arbitragem da entidade, Pierluigi Collina, afirmou que as decisões tomadas durante a partida seguiram rigorosamente as regras do jogo e negou qualquer tipo de parcialidade.
As críticas partiram da Federação Egípcia de Futebol e do técnico Hossam Hassan, que contestaram dois lances decisivos da partida: a anulação de um gol de Mostafa Zico após revisão do VAR e um possível pênalti sobre Mohamed Salah nos minutos finais do confronto.
Segundo Collina, a revisão do árbitro de vídeo identificou corretamente uma falta na origem da jogada que resultou no gol anulado. Sobre o lance envolvendo Salah, o dirigente explicou que a equipe de arbitragem avaliou que o contato não foi suficiente para a marcação da penalidade.
O chefe da arbitragem da FIFA também ressaltou que é natural haver debates após partidas decisivas, mas afirmou que acusações de favorecimento sem evidências comprometem a credibilidade do trabalho dos árbitros.
Ele reforçou que todas as equipes de arbitragem do Mundial atuam de forma independente, seguindo os mesmos critérios técnicos para todas as seleções.
A vitória garantiu a classificação da Argentina às quartas de final da Copa do Mundo, enquanto o Egito encerrou sua participação na competição envolto em polêmicas sobre a atuação da arbitragem.





