Em crise familiar, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro chegou a avaliar uma saída do PL, partido de seu marido Jair Bolsonaro.
A possibilidade chegou a ser aventada por Michelle como uma forma de ter mais autonomia política em relação aos enteados. No radar, foram aventadas siglas como Republicanos e PP, nas quais estão filiadas aliadas de Michelle como a senadora Damares Alves e a governadora Celina Leão. Segundo relatos feitos à CNN,
A ex-primeira-dama, no entanto, foi alertada que caso ela mudasse de partido não poderia ser candidata neste ano, já que o prazo de filiação se encerrou em abril.
Por isso, o conselho foi de que é preferível que, neste momento, Michelle siga no PL e avalie uma mudança partidária apenas no futuro.
Michelle anunciou nessa terça-feira (30) a sua saída do comando do PL Mulher. Ela se reuniu com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, para discutir a crise familiar.
De acordo com relatos feitos à CNN, Valdemar reafirmou a confiança em Michelle e pediu que ela compareça nesta quarta-feira (1º) a encontro de Flávio com mulheres conservadoras.
Michelle, porém, disse que não pretende comparecer e vai se dedicar nas próximas semanas aos cuidados do marido, que aguarda decisão do ministro Alexandre de Moraes se seguirá em prisão domiciliar.
Segundo relatos de aliados, Michelle se assustou com a repercussão negativa de seu vídeo nas redes sociais. Ela esperava maior apoio da militância de direita.
Na tentativa de diminuir a repercussão negativa, Michelle foi aconselhada a submergir e só retornar aos holofotes para a campanha eleitoral, em agosto.





