“Tentaram silenciar Bolsonaro e agora querem impedir a continuidade de seu trabalho”, afirma Wilder Morais

Candidato ao Governo de Goiás pelo PL, Wilder Morais, se manifestou nesta quarta-feira (23)
| Foto: Reprodução

A assessoria do candidato ao Governo de Goiás pelo PL, Wilder Morais, se manifestou nesta quarta-feira (23) após a Justiça Eleitoral determinar a retirada de materiais de propaganda que utilizavam a imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A decisão da 135ª Zona Eleitoral de Goiânia foi motivada por uma denúncia apresentada por meio do aplicativo Pardal. O juiz eleitoral Aldo Guilherme Saad Sabino de Freitas determinou que a campanha interrompa a produção e a veiculação de propagandas com a imagem de Bolsonaro e recolha os materiais já instalados, no prazo de 48 horas.

Segundo a assessoria de Wilder, a medida faria parte de uma articulação de candidaturas de oposição para retirar Bolsonaro do cenário político. A assessoria também relacionou a ação a uma iniciativa anterior atribuída ao PT e levantou a possibilidade de participação do MDB, sem apresentar, na manifestação divulgada, elementos que comprovem essa articulação.

Em nota, Wilder afirmou que a decisão não impedirá a continuidade de seu projeto político e reforçou sua identificação com Bolsonaro e com o PL.

“Tentaram silenciar o presidente Bolsonaro e agora tentam impedir que a gente continue o trabalho que ele começou. Mas os goianos sabem que a única candidatura verdadeiramente de direita, a única que é PL, que leva o número e a ideologia de Bolsonaro é a nossa candidatura. Goiás é o estado mais conservador do Brasil e está na hora do 22 governar Goiás”, declarou Wilder Morais.

A Justiça Eleitoral, por sua vez, fundamentou a decisão no entendimento de que o uso da imagem de Bolsonaro, que está com os direitos políticos suspensos, em destaque ao lado do candidato pode transmitir ao eleitorado uma manifestação de apoio político-eleitoral.

A decisão também determinou que os materiais recolhidos permaneçam sob responsabilidade da campanha ou do partido até o fim das eleições.

O caso ocorre em meio a outras decisões da Justiça Eleitoral envolvendo o uso da imagem de Bolsonaro em propagandas de candidatos nas eleições de 2026.

Relacionadas