Flávio Bolsonaro justifica ausência em debate presidencial: “Os que vão debater hoje não são meus adversários”

Em vídeo publicado nas redes sociais, ele direcionou críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que seu objetivo seria debater com quem, segundo ele, está “destruindo o Brasil”
Reprodução de redes

O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), justificou sua ausência no debate presidencial ao afirmar que os participantes do encontro não são seus principais adversários. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele direcionou críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que seu objetivo seria debater com quem, segundo ele, está “destruindo o Brasil”.

Durante a fala, o candidato criticou o aumento do custo de vida, o endividamento das famílias e os impactos da carga tributária sobre empresas e microempreendedores. Ele também citou exemplos de redução na quantidade de produtos, como caixas de chocolates, rolos de papel higiênico e embalagens de ovos, associando essas mudanças à perda do poder de compra.

Na área econômica, o candidato prometeu reduzir impostos, burocracia e gastos públicos. Segundo ele, a proposta, chamada de “tesouraço”, teria como objetivo diminuir o peso do Estado sobre empresas e trabalhadores.

O candidato também apresentou propostas para a segurança pública, defendendo o endurecimento do combate às facções criminosas, maior permanência de criminosos violentos na prisão e respaldo legal para a atuação dos policiais.

Ao justificar novamente sua ausência no debate, afirmou: “Os que vão debater hoje não são meus adversários. Eu respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários”. Na sequência, disse que seu principal adversário seria “quem está no poder” e acusou o governo federal de prejudicar a economia e a segurança das famílias brasileiras.

O discurso também incluiu referências a uma investigação da Polícia Federal envolvendo mensagens atribuídas a pessoas próximas ao governo e ao filho do presidente Lula.

Ao final, o candidato afirmou que pretende “tirar o Brasil do vermelho” e defendeu valores como “Deus, pátria, família e liberdade” como fundamentos de seu projeto político.

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