O Vila Nova segue avançando no processo de reorganização financeira e deu mais um importante passo no primeiro semestre de 2026. O clube quitou seis execuções trabalhistas, totalizando R$ 1.178.968,21 em pagamentos, reforçando o compromisso da diretoria com a redução do passivo e a estabilidade financeira da instituição.
As ações trabalhistas quitadas foram referentes a ex-profissionais que passaram pelo clube nos últimos anos:
- Marcelo Cordeiro (2016): R$ 282.369,11
- Luis Carlos (2017): R$ 264.970,98
- Francisco Elísio (2016): R$ 288.897,27
- Tiago Adan (2017): R$ 58.285,30
- Paulo Junior (2019): R$ 80.671,65
- Leandro Niehues (2016): R$ 203.773,90
A quitação dessas pendências faz parte do planejamento financeiro adotado pelo Vila Nova nos últimos anos, que busca reduzir dívidas históricas e dar maior equilíbrio às contas do clube. Além de evitar novos bloqueios judiciais, a medida fortalece a credibilidade da instituição perante a Justiça e o mercado.
Enquanto investe na montagem do elenco para a sequência da Série B, a diretoria também mantém como prioridade a recuperação financeira. O pagamento de mais de R$ 1,1 milhão em execuções trabalhistas demonstra que o clube trabalha para crescer esportivamente sem deixar de lado a responsabilidade administrativa.





